CMS PADRE MIGUEL

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Cerceamento em pesquisas pauta Abrascão 2012


O que é possível encontrar em comum em uma pesquisa sobre planos de saúde, justiça ambiental e qualidade de hospitais manicomiais? Simples, todas as três sofrem com problemas de cerceamento. Esse foi o foco do painel coordenado pelo pesquisador da ENSP Paulo Amarante durante o 10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. Entre os expositores estava o pesquisador da Escola Marcelo Firpo, e o tema proposto para debate foi Cerceamentoda pesquisa em saúde no Brasil. Segundo Amarante, trata-se de um debate pouco aprofundado que precisa cada vez mais ser incorporado nos encontroscientíficos pelo país.



A vice-presidente da Abrasco e pesquisadora da UFRJ, Ligia Bahia, foi a primeira a se apresentar relatando sua experiência negativa com uma pesquisa realizada por meio de edital do CNPq. O objetivo do trabalho foi avaliar a qualidade e a cobertura básica oferecida por diferentes planos de saúde do Brasil. O edital recebeu investimentos de R$ 86 mil em 2006, e, com a verba, a equipe analisou dez empresas que ofereciam planos de saúde no Rio de Janeiro e dez em São Paulo. Os resultados, segundo a pesquisadora, mostraram diversas mazelas, pois os serviços contratados não ofereciam coberturas propostas, tais como parto ou hospitais com centros cirúrgicos.



Em dezembro de 2008, Ligia apresentou os dados para o CNPq e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Em 2012, a pesquisadora passou a receber cartas do CNPq informando que ela deveria devolver R$ 114 mil (valor do edital mais correção monetária), pois o relatório técnico final do projeto não tinha sido aprovado e a pesquisa não havia cumprido os objetivos propostos inicialmente. Mas o estudo recebeu três pareceres favoráveis sobre sua execução. “Um sofrimento psíquico inigualável que me levou a uma situação limite, pois não sabia o que fazer.”



Ligia contou que entrou em contato com diversos pesquisadores, emitiu vários relatórios para o CNPq sempre em busca de solucionar o problema. Somente quando os resultados da pesquisa foram divulgados pela imprensa – causando irritação nos gestores do CNPq e da ANS –, é que a situação foi praticamente contornada. No momento, o CNPq aceitou o relatório final do projeto e a prestação de contas de todo o trabalho. Mas a ANS ainda exige explicações sobre uma passagem e uma diária referentes a um trabalho de campo em São Paulo. “Nessa história toda, tive de contratar um advogado para me ajudar no processo de defesa, outros três pareceristas foram convocados e avaliaram positivamente o estudo, mas ainda assim sou considerada uma pesquisadora problemática”, concluiu.



Os quatro grandes mecanismos de cerceamento à pesquisa ambiental



A exposição do pesquisador da ENSP Marcelo Firpo foi diferenciada. Ele não apresentou um caso de cerceamento de sua pesquisa, mas sim um panorama de como o campo da justiça ambiental sofre quando enfrenta grandes corporações em prol da defesa do meio ambiente. “O que encontramos hoje no capitalismo contemporâneo é a contradição de necessidade de produção de bens que demandam enorme quantidade de energia, por exemplo, e acabam por extrair recursos naturais do planeta, gerando grandes conflitos ambientais. Vivemos uma crise de forma radical, em que o capitalismo desenfreado de hoje sofre com a falta de recursos humanos qualificados, reduz nossa biodiversidade e produz altos índices de poluição. Temos de repensar nosso modelo de viver”, disse.



Marcelo destacou os quatro grandes mecanismos existentes de cerceamento à pesquisa ambiental. O primeiro é a violência e a barbárie contra os ativistas e os militantes nos territórios. Como forma de solução, o pesquisador apresenta a questão de se dar maior valor aos direitos humanos e a necessidade de se transformar o horror da violência em símbolo de dignidade, luta e transformação social. O segundo ponto é a criminalização de ativistas e pesquisadores pelas empresas poluidoras ou órgãos de governo. Os desafios encontrados são em relação a mobilizar a sociedade e apoiar mais e com melhor qualidade os pesquisadores e servidores ameaçados nas pesquisas, envolvendo nesse processo a OAB. A terceira questão explorada por Firpo diz respeito ao cerceamento financeiro, relacionado aos mecanismos de incentivo à pesquisa. “É necessário enfrentarmos os conflitos de interesse nos editais públicos para promovermos pesquisas independentes e a contra-expertise”, afirmou.



Por fim, o pesquisador destacou o cerceamento simbólico da própria academia e de seus mecanismos de avaliação de qualidade e produtividade. Para Firpo, é necessário transformar o modelo de ciência normal, pensar em novas epistemologias e ampliar o diálogo dos saberes com a sociedade.



O último painelista do dia 17/11 foi o professor da Universidade Federal de São Carlos (SP) Marcos Garcia. Ele falou sobre o processo judicial que está sofrendo das empresas particulares donas de manicômios na cidade de Sorocaba (SP), por conta da pesquisa em que analisa os óbitos ocorridos nesses ambientes. O trabalho mostrou que, nos últimos oito anos, ocorreram 863 mortes nos manicômios da região de Sorocaba, maior polo manicomial do Brasil. A mortalidade calculada em óbitos/mês para cada mil internos na região foi de 3.025 no período entre 2004 e 2011, sendo 118 % maior que a dos outros 19 manicômios do estado com mais de 200 leitos, que registraram 1.386 óbitos/mês. A média de idade dos pacientes falecidos mostrou-se também significativamente menor na região (53 anos) em contraponto ao restante do estado de SP (62 anos).



Marcos explicou que, com a divulgação dos resultados, está sendo processado em R$ 80 mil por danos materiais e morais, uma vez que seis instituições de Sorocaba consideraram os dados inexatos, equivocados ou passíveis de erros. “Essa ação na Justiça é descabida de embasamento, já que todos os dados da pesquisa foram obtidos no Datasus, sistema do próprio Ministério da Saúde”, explica. “É uma iniciativa clara de tentar censurar a liberdade de pesquisa e abre um precedente perigoso no Brasil”, encerrou

Brasil não alcançará ODM na redução da morte materna



 A conclusão apresentada pelas expositoras Lenice da Costa Reis (ENSP) e Elizabeth Meloni Vieira (USP) no painel Qualidade e segurança da atenção ao parto: desafios para a 5ª Meta do Milênio, realizado no 10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, é a de que o Brasil, apesar de todos os esforços no campo da saúde materna, não chegará aos índices estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) quanto à mortalidade materna. "Atualmente, o Brasil sofre 68 óbitos de mulheres em cada 100 mil nascidos vivos, e esse número deveria ser reduzido, até 2015, para 35/100 mil, segundo os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM)", explicou Lenice.



A pesquisadora da ENSP ressaltou que, entre 2009 e 2011, quase não houve redução nos índices de mortalidade materna no país, apesar de o Brasil contar com diversas tecnologias para evitar esse problema. “Sabemos que as principais causas para essa mortalidade são os transtornos hipertensivos, as infecções puerperais e as hemorragias. Todos são problemas ligados à qualidade da atenção à mulher, desde seu pré-natal até o parto e pós-parto”, disse. Segundo Lenice, a redução da mortalidade materna não se restringe apenas ao desenvolvimento social. Ela tem de ser vista como uma questão de direitos humanos e estar relacionada à cidadania.



Lenice apresentou ainda uma linha de pesquisa voltada para a mortalidade materna e morbidade materna near miss, relacionada à qualidade da assistência ao parto prestada nas maternidades. O trabalho faz uma revisão sistemática dos fatores de risco e métodos utilizados para a identificação desse problema; tem como objetivo geral levantar e sintetizar as evidências disponíveis acerca dos fatores de risco para a morte materna, morbidade materna near miss e eventos adversos relacionados à qualidade da atenção ao parto, bem como dos métodos para identificação da morbidade materna severa nas maternidades.



 Entre os problemas mais comuns no parto, conforme levantado na pesquisa, estão: falha ao reconhecer/responder de modo adequado ao sofrimento fetal pré-parto; incapacidade de realizar cesarianas em momento oportuno; uso inadequado da ocitocina, levando à hiperestimulação uterina; uso inadequado de fórceps ou subestimação da perda sanguínea nacirurgia. “Temos de desenvolver mais tecnologias de apoio com vistas a melhorar a qualidade e a segurança do apoio ao paciente, buscando minimizar esse grave problema”, afirmou.



Já a pesquisadora da USP Elizabeth Meloni Vieira concentrou sua exposição nos índices e problemas relacionados à mortalidade materna, afirmando que, apesar de ser uma tragédia e um grave problema de saúde pública, cerca de 93% dos casos poderiam ser evitados no país. “Entretanto, se não investigarmos as causas dessas mortalidades, não poderemos entender as falhas que existem no sistema de saúde”, disse.



Segundo Elizabeth, apesar de o Brasil melhorar a qualidade do atendimento pré-natal, isso não significou redução da mortalidade, pois os dados existentes são imprecisos. “As causas das mortes acontecem entre o terceiro trimestre de gravidez e a primeira semana do pós-parto. Porém, muitas vezes, não podemos saber realmente a realidade, porque há subinformação na declaração de óbito da mulher ou de enterros em cemitérios clandestinos, o que faz com que não tenhamos as informações corretas sobre o ocorrido”, ressaltou. 


A pesquisadora da USP destacou que quanto melhor o pré-natal, maiores são as possibilidades de se evitar a mortalidade materna. É necessário que os gestores e profissionais de saúde invistam mais nessa política a fim de entenderem o que está acontecendo realmente no país. O painel foi realizado na sexta-feira, 16 de novembro de 2012.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Desastres Naturais...





                                                                                           Portaria agiliza liberação de kits de medicamentos


Novas regras beneficiarão municípios em situação de desastres naturais e o processo de envio dos kits de medicamentos e insumos

O Ministério da Saúde definiu, por meio da Portaria nº 2.365, a composição do kit de medicamentos e insumos estratégicos para atender regiões atingidas por desastres naturais. Entre as novidades, o documento destaca a manutenção de um estoque mínimo de 20 kits no almoxarifado central do Ministério da Saúde, em Brasília, para o envio dos materiais aos municípios necessitados. O Ministério atende municípios atingidos por desastres naturais, desde 2003.

Nos últimos dois anos, o Ministério da Saúde adquiriu 600 kits de medicamentos e insumos – quantitativo capaz de atender a 900 mil pessoas. Com a publicação da última portaria foi iniciada a compra de mais 600 kits. Só em 2012, seis estados receberam 155 kits: Rio de Janeiro, minas Gerais, Espírito Santo, Acre, Amazonas e Pará.

Cada kit contem 30 itens de medicamentos e 18 de insumos estratégicos para atender até 500 pessoas desabrigadas e desalojadas durante um período médio de três meses. Com a publicação desta portaria, o processo para atendimento à população em situação de desastre fica reduzido devido a novos procedimentos. “Agora, as Secretarias de Estado de Saúde solicitarão os kits em contato direto com o Ministério. Antes, o pedido era feito para as coordenações estaduais de defesa civil”, explica o diretor do Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, Guilherme Franco Netto.

De acordo com o diretor, além de garantir o estoque mínimo de 20 kits no almoxarifado central do Ministério da Saúde para atender a situações extremamente críticas, a portaria também determina o estabelecimento de regimes de sobreaviso durante finais de semana e feriados prolongados nos departamentos ligados ao Ministério. “Essa medida será adotada, principalmente, nos períodos de chuvas intensas e prolongadas. Dessa forma podemos diminuir o tempo de resposta em uma situação de emergência”, completa Guilherme Franco.

Outra novidade é o relatório de avaliação dos danos e das necessidades identificadas em razão dos desastres de origem natural, que deverá ser preenchido pelas secretarias municipais de saúde e enviado às respectivas secretarias de saúde do estado. “Os representantes estaduais farão uma avaliação da situação dos municípios e entrarão em contato com o Ministério da Saúde, quando necessário”.

VIGIDESASTRES –O fortalecimento da capacidade do Sistema Único de Saúde (SUS) de atuar em desastres naturais foi destaque no Seminário Nacional sobre Saúde em Desastres, realizado no início deste mês, em Brasília. Oencontro teve o objetivo de apresentar avanços no enfrentamento de situações de desastres naturais por meio da articulação entre a Força Nacional do SUS e o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.

O diretor do Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde destaca a importância da participação dos estados, que estão adotando novos mecanismos de organização, contribuindo para o rápido atendimento e a preparação para as situações de risco. “O Ministério da Saúde está empenhado em melhorar o fluxo de atendimento em situações críticas. Quanto mais rápido a decisão for tomada, melhor será a capacidade de resposta em situações de risco”, completa Guilherme Franco.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

"EXAMES MAIS RÁPIDO, MAIS FÁCIL NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE!!!"

Novos prazos e regras para EXAMES nas unidades!
Com as novas regras, você faz o exame na unidade mais próxima, em todos os dias da semana, com horário ampliado.
5 dias úteis para resultado de exames laboratoriais/10 dias úteis para resultado do exame preventivo ginecológico.
Você que é morador de Padre Miguel, Realengo, Vila Vintém, agora pode acreditar!
Venha ao CMS Padre Miguel e comprove!
Vá a sua consulta e depois faça seus exames com rapidez e em qualquer dia da semana!!! 
Link permanente da imagem incorporada

"PROJETO CONSTRUINDO A CIDADANIA DA DEFESA CIVIL"

A Defesa Civil Municipal realizou mais uma etapa do projeto “Construindo a Cidadania nas Escolas”. O evento aconteceu no dia 9 de outubro, no Clube de Regatas do Flamengo com alunos da Escola Primária do Jockey Clube Brasileiro. O projeto, realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e com a Comlurb, aborda temas importantes sobre cidadania, saúde e meio ambiente, utilizando o esporte como ferramenta.

No evento, cerca de 70 alunos da 8º série participaram de uma palestra da Defesa Civil.
Além disso, um jogador de futebol ministrou uma palestra motivacional para os alunos e um historiador do clube contou um pouco da história do local para as crianças.
Criado em 2003, o projeto “Construindo a Cidadania nas Escolas” já realizou 56 ações, com a participação de mais de dez mil jovens, que aprenderam sobre a importância do trabalho da Defesa Civil, tornando-se multiplicadores das ações propostas durante os eventos. Os últimos eventos realizados contaram com os palestrantes: Zico, a ginasta Luisa Parente, a jogadora de vôlei Isabel, o jogador de basquete Rafael Araújo “Baby”, entre outros atletas e ex-atletas consagrados pelo clube.



sábado, 8 de setembro de 2012

"ESTÁGIO SUPERVISIONADO"

                                                                   Diretora do CMS Padre Miguel Neise Villar na despedida do término de estágio dos alunos


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

"RECONHECIMENTO AO CUIDADO DE QUALIDADE"

                                                                CMS Padre Miguel Unidade Promotora da Solidariedade e Cultura da Paz


 Coordenadora do CMS Padre Miguel Leila e Diretora Neise

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

"UNIDADE AMIGA DAS PLANTAS MEDICINAIS!"

CMS PADRE MIGUEL RECEBE O 1º LUGAR DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL (SMSDC) NA CERTIFICAÇÃO DE RECONHECIMENTO DO CUIDADO DE QUALIDADE (CRCQ) COMO UNIDADE AMIGA DAS PLANTAS MEDICINAIS.


 
 
 


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Direção do CMS Padre Miguel reune toda equipe...





Pauta:
- Processo de trabalho.
- Integração entre as equipes da estratégia e não estratégia.
- Agradecimento pela belíssima atuação dos funcionários na atualização de caderneta do dia 08/08.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Onde Ser Atendido?


Está disponível na plataforma SUBPAV uma ferramenta de busca da Unidade de Atenção Primária de acordo com o endereço do paciente.

Algumas funcionalidades:
1) Permite localizar endereço a partir do CEP ou parte do endereço;
2) Caso o endereço seja coberto pela abrangência da saúde da família, será retornada a unidade responsável pelo cuidado;
3) Caso seja uma área descoberta, o sistema buscará a unidade da AP mais próxima que seja modelo B ou C;
4) É possível traçar a rota do endereço encontrado até a unidade em modo dirigindo ou a pé;
5) É possível usar o street view para visualizar a unidade;
6) Para ajustar o endereço encontrado, basta mover o icone para outro endereço;

Atenção:
* Todos os dados vêm automaticamente do cadastro no CNES, portanto é importantíssimo manter os dados das unidades atualizados (nome, endereço, nome gerente, telefone, email, etc)
** os polígonos de abrangência das unidades vêm do mapeamento da CAP, portanto se houver alteração devem enviar o KML para o Alex que atualizará o polígono no site;
*** por enquanto só funciona no navegador google chrome (é gratuito e facilmente instalável) e menos estável no Firefox Mozilla. Sei que é uma limitação mas tentarei resolver os problemas de compatibilidade para que funcione nas demais plataformas (Internet Explorer e Safari);



terça-feira, 31 de julho de 2012

Planejamento em APS e Experiências exitosas em Saúde da Família . Dr. Daniel Soranz

Subsecretário SUBPAV / SMSDC Dr. Daniel Soranz

3º Congresso da Associação de Medicina de Família e Comunidade do Estado do Rio de Janeiro e 2ª Jornada de Medicina de Família e Comunidade do Estado do Rio de Janeiro, realizado de 26 a 28 de julho de 2012, na fase - Faculdade de Medicina de Petrópolis - Campus Barão do Rio Branco em Petrópolis - RJ. 

No dia 26 de julho, o Subsecretário de Atenção Primária, Vigilância e Promoção da Saúde, Dr. Daniel Soranz, participou em duas mesas redondas no congresso.
A primeira, sobre "Planejamento em APS", e a segunda sobre "Experiências exitosas em Saúde da Família".
Dr. Daniel Soranz, falou sobre o trabalho da atual gestão da SMSDC, traçando uma retrospectiva histórica dos avanços na APS.
Falou também da mudança organizacional ocorrida na APS, que tomou para si o assento do condutor, sobre definição participativa da rede construção dos TEIAS, bases da reforma administrativa e contratualização Dr. Soranz deu ênfase justa para a ampliação do acesso, liderança, autonomia de gestão, melhoria de acessibilidade, avaliação e monitoramento, gestão das TICs, gestão do conhecimento, dentre outros assuntos.    

Dr. Núlvio

Dr. Paulo Polli
Dr. Fayer Fonseca (ES)

           
Fotos: Marlon e Vinicius
Fonte: OTICS Penha

terça-feira, 17 de julho de 2012

Governo cria grupo de trabalho para discutir piso salarial dos agentes de saúde



O presidente da Frente Parlamentar de Apoio aos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias, deputado federalValtenir Pereira (PSB-MT), esteve reunido na tarde desta quarta-feira, 11 de julho, com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para discutir o estabelecimento de um piso salarial para os agentes de saúde. Segundo Valtenir, o ambiente para a negociação é muito positivo.


O ministro Alexandre Padilha determinou a criação de um grupo de trabalho para buscar um entendimento com o Ministério da Fazenda, órgão que vai determinar quando o governo poderá cumprir a determinação.


"Temos uma expectativa muito positiva. O ambiente é muito favorável para esta negociação", afirmou Valtenir após sair da reunião.


O Governo Federal já garantiu o repasse para os municípios de R$ 871 por agente de saúde. Este valor equivale a um salário mínimo mais um quarto, fixado hoje em R$ 622.


Valtenir acrescenta que com as vantagens que os agentes devem receber ao serem incorporados às Prefeituras, este valor tende a ser bem superior.


"Com as atualizações, projetamos que os valores podem chegar a dois salários mínimos em 2016", projeta o deputado.


Equipes do Ministério da Saúde reúnem-se nesta quinta-feira, 12 de julho, com uma comissão de representantes dos agentes de saúde para definir detalhes sobre o pagamento do piso salarial nacional para a categoria.
Fonte: Redação 24 Horas News

quarta-feira, 4 de julho de 2012

"RIO RECEBERÁ R$450 MILHÕES PARA QUALIFICAR ATENDIMENTO"

O Ministério da Saúde anunciou investimentos de R$ 450 milhões para implantação da primeira etapa do Plano de Ação da Rede de Atenção às Urgências do Rio de Janeiro. A medida beneficia 19 municípios da região metropolitana do estado. O objetivo é potencializar a organização da rede para gerar impactos positivos no atendimento aos usuários do SUS. “O Ministério da Saúde está estimulando estados e municípios a organizarem redes de assistência para que os serviços funcionem integrados. Com isso, a população terá maior qualidade no atendimento”, explicou Padilha. Os novos investimentos foram anunciados pelo ministro durante visita à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Copacabana, no Rio de Janeiro.


Os recursos serão aplicados na habilitação de 428 novos leitos de UTI, na ampliação, construção e qualificação das UPAs 24 horas no estado, na construção e qualificação de novas Unidades Básicas de Saúde (UBS), na ampliação da rede de urgência e emergência da região metropolitana e na execução do subprojeto QualiSUS, que atenderá a região metropolitana do estado, formada por doze municípios e localizada entre as regiões do Médio Paraíba, do Centro-Sul Fluminense e Serrana. As ações fazem parte do conjunto de medidas estratégicas que visa à melhoria do atendimento no SUS.
Os valores estabelecidos para o repasse serão incorporados ao limite financeiro de média e alta complexidade do estado e dos municípios.
UPA 24h e UBS – O estado e os municípios receberão investimento do Ministério da Saúde para ampliação e qualificação das UPA, que já garantem atendimento diário a 23 mil pessoas, e para a construção de dez novas unidades, possibilitando ampliar o número de beneficiários em 17%.
Equipadas para realizar atendimentos de complexidade intermediária, as UPA 24h conseguem resolver até 97% dos problemas dos usuários que as procuram, sem necessidade de encaminhamento a um hospital.
Já as UBS receberão investimentos para a ampliação de 200 estabelecimentos, provocando alta de 9,27% no número de atendimentos no estado – de 27,08 milhões para 29,59 milhões por ano. A medida faz parte do programa Saúde Mais Perto de Você, que está aprimorando os serviços de atenção básica do SUS.
Nas UBS, o cidadão recebe atendimentos básicos e gratuitos em pediatria, ginecologia, clínica geral, enfermagem e odontologia, entre outros. Elas são capazes de resolver 80% dos problemas de saúde, além de contribuir para a promoção de hábitos saudáveis.
QualiSUS – Durante a cerimônia, o ministro Alexandre Padilha assina portaria no valor de R$ 298 milhões para serem investidos no Projeto de Formação e Melhoria da Qualidade de Rede de Atenção à Saúde (QualiSUS-Rede). O projeto foi formalizado a partir de contrato de empréstimo com o Banco Mundial, que envolve 17 estados em 15 projetos regionais para o desenvolvimento de iniciativas de inovação e qualidade relativas ao cuidado de usuários e gestão do SUS.
O documento define as regiões selecionadas para participação e implementação das ações dos subprojetos do Projeto QualiSUS-Rede, estratégia de apoio à organização de redes de atenção à saúde no Brasil.

O ministro assinará, ainda, termo de compromisso com o governo do estado do Rio de Janeiro para implementação do subprojeto de rede de atenção à saúde do estado. Serão repassados R$ 30,4 milhões para a execução do subprojeto, que atenderá a região metropolitana I do estado, a Baixada Fluminense, e que terá três eixos: qualificação das equipes nos protocolos e diretrizes clínicas – principalmente nos casos de urgência e emergência, Rede Cegonha e doenças crônicas –, qualificação da assistência farmacêutica e conectividade entre todos os municípios como forma de melhor utilização da capacidade instalada dos leitos hospitalares e do atendimento especializado ambulatorial.

terça-feira, 26 de junho de 2012

ENSP elaborará material didático para servidor federal





A ENSP, por meio do Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh), será responsável pela elaboração do material didático sobre política pública para o servidor público federal. O objetivo da ação, realizada em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), é a elaboração de conteúdo didático para a capacitação e instrução dos profissionais de saúde vinculados à atenção integral à saúde do servidor público. Coordenadora da equipe técnica e responsável pela elaboração do material, a pesquisadora do Cesteh/ENSP Rita Mattos ressaltou que a iniciativa se deu a partir das ações de saúde e segurança pública no serviço público federal, que até o momento eram dispersas e orientavam-se pelas Normas Regulamentadoras (NRS) do Ministério do Trabalho, destinadas ao trabalhador da iniciativa privada. SAIBA MAIS

Infográfico

3 Grupos de Saúde
em nossa unidade.
260,489 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
9,510 Usuários
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Como eu Faço

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Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
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Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
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Ensino-Serviço-Comunidade
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Processo de trabalho e os principais resultados obtidos pelos educadores físicos.

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