CMS PADRE MIGUEL

Rua Santo Evaldo, S/N - Padre Miguel - Rio de Janeiro - RJ | CEP: 21875-220 | ☎ Tels: (21) 3335-0532 | (21) 3335-0535
Funcionamento: Segunda-feira a Sexta-feira das 08h às 17h - Sábado das 08h às 12h
Diretora: Ana Cristina de Oliveira e Silva | Gerente: Fábio Antônio Monteiro | CNES 2270745 - ESF: 03 | ESB: 01

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

"CHEGOU O DIA!!!!!"

"II CAMINHADA CONTRA A DENGUE DO CMS PADRE MIGUEL / ESF VILA VINTÉM
AP 5.1 - OTICS RIO - SMSDC - SUBPAV - PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO




TODOS UNIDOS - FUNCIONÁRIOS E VOLUNTÁRIOS:
PONTO DE ENCONTRO AS 8h NA UNIDADE PARA SABOREARMOS UM GOSTOSO
"CAFÉ DA MANHÃ"
SAÍDA AS 9h. 
NÃO SE ESQUEÇAM: ROUPAS LEVES E BONÉ, CALÇADO MACIO, 
PROTETOR SOLAR E GARRAFINHA D' ÁGUA

RETORNO PREVISTO PARA 12h! 


HAVERÁ SORTEIO DE CAMISAS
COM O SLOGAN "MOVIMENTO CARIOCA POR UMA CIDADE MAIS SAUDÁVEL"PARA OS VOLUNTÁRIOS!!!

 "CONTAMOS COM A PARTICIPAÇÃO DE NOSSA COMUNIDADE EM PROL DO BEM COMUM!"

quarta-feira, 1 de junho de 2011

"14 ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE"

SITE DA 14ª — O site da 14ª Conferência Nacional de Saúde, que se realizará em Brasília, de 30/11 a 4/12, está no ar, com as principais informações sobre o evento.É possível conferir as datas das etapas municipais e estaduais, acessar a história de todas as edições, baixar a logomarca de 2011 (acima) e tirar dúvidas sobre o processo de realização da conferência. O tema da 14ª é Todos usam o SUS! SUS na Seguridade Social, Política Pública, Patrimônio do Povo Brasileiro, sob o eixo Acesso e acolhimento com qualidade: um desafio para o SUS. Acesse http://conselho.saude.gov.br/14cns

"RISCO - PERMANENTE DISCURSSÃO"



Noção estruturante do modo de vida contemporâneo requer olhar crítico, sobretudo na Saúde
Para os dicionários, a palavra risco traduz-se como possibilidade de perigo capaz de ameaçar alguém ou alguma coisa. Em várias áreas da ciência, como a Economia, a Engenharia e a Epidemiologia, risco é um conceito complexo, com múltiplos desdobramentos. Na Saúde, ele veio se tornando, desde a primeira metade do século 20, uma ferramenta valiosa em pesquisas, práticas e políticas públicas. Muitos conhecimentos produzidos a partir de análises e cálculos de risco epidemiológico contribuem para prevenir doenças e proteger vidas. No entanto, estudiosos do tema apontam que, apesar de toda a sua formalização matemática, que lhe dá ares de objetividade, o conceito de risco é uma construção social do nosso tempo. E que seu uso acrítico e excessivo pode originar distorções, equívocos e, em última análise, sofrimento. Exemplo emblemático disso foi a classificação, e consequente estigmatização, de pessoas nos chamados “grupos de risco” para HIV/aids há pouco mais de duas décadas.
Reflexões críticas sobre o risco em âmbito mais geral começaram a tomar forma na década de 1980 e se intensificaram nos anos 90 em várias áreas do conhecimento, destacadamente nas Ciências Sociais e na própria Epidemiologia. Na Saúde, a discussão está longe de se esgotar, e ganhou novo reforço com o lançamento do livro Correndo o risco: uma introdução aos riscos em saúde (Editora Fiocruz, 2010), de Luis David Castiel, Maria Cristina Rodrigues Guilam e Marcos Santos Ferreira. Organizado em forma de perguntas e respostas, o livro discute, entre outras coisas, o papel do risco no discurso da promoção da saúde e sua relação com a noção de estilo de vida. Mas talvez o principal questionamento subjacente à obra possa ser colocado da seguinte forma: será que estamos vivendo bem com todo o conhecimento produzido a partir desse conceito?
“Com tanta ciência, tanta ansiedade”, comenta Luis Castiel, dando o tom de sua entrevista à Radis. Pesquisador titular do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos em Saúde e professor dos programas de pós-graduação em Saúde Pública e de Epidemiologia em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), Castiel tem trabalhos que abordam o risco publicados desde a década de 1990. Para ele, o conceito de risco carrega excessos e pretensões nada modestas associadas à ciência, principalmente, a de tornar possível prever e controlar todas ou quase todas as situações que ameaçam nossas vidas e nossa saúde.

Claudia Lopes

"TUBERCULOSE - ANTIGO E ATUAL PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA"

Trajetória é positiva no controle da doença, mas Brasil ainda está entre os 22 países que concentram 80% dos casos

O Brasil reduziu de 73.673 para 70.601 o número de casos novos de tuberculose entre 2009 e 2010, cerca de 3 mil a menos, ou 4% de queda no período. Com a redução, a taxa de incidência (número de pacientes por 100 mil habitantes) baixou de 38,82 para 37,99. São números positivos, mas não suficientes para tirar a tuberculose do rol dos problemas de saúde pública do Brasil. Afinal, o país ainda está entre os 22 que concentram 80% dos casos em todo o mundo, ocupando a 19ª posição, o único das Américas a figurar nesse ranking, liderado por Índia, China, Indonésia, África do Sul e Nigéria. Em 2008, era o 16º colocado, o que mostra movimento de saída desse grupo.
Em relação à incidência, o Brasil ocupa o 108º lugar mundial, apresentando taxas que configuram uma “situação calamitosa” na avaliação de entidades como o Fórum Estadual das ONGs na Luta contra a Tuberculose do Rio, o Grupo de Apoio aos Pacientes e Ex-Pacientes de Tuberculose e o Fórum Estadual das ONGs/Aids do Rio.

Alguns estados brasileiros apresentam elevadas taxas de incidência, a começar pelo Rio de Janeiro (71,8 por 100 mil habitantes) — praticamente o dobro da nacional —, seguido de Amazonas (69,2/100 mil), Pernambuco (47,5/100 mil), Pará (46,2/100 mil) e Rio Grande do Sul (45,3/100 mil). Entre as capitais, as maiores taxas de incidência são registradas em Porto Alegre (111,3/100 mil), Recife (97,2/100 mil), Belém (95,1/100 mil), Rio de Janeiro (93,4/100 mil) e Manaus (93,2/100 mil). No outro extremo, com as menores taxas, estão Distrito Federal (11,7/100 mil), Tocantins (13,6/100 mil) e Goiás (14,6/100 mil).
“O Brasil é um país continental, com a quinta maior população do planeta, o que provoca diferenças entre estados”, observa o coordenador do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde (PNCT/MS), Dráurio Barreira. “São números inaceitáveis para uma doença que tem cura”, contrapõe o Manifesto pelo Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose que as entidades lançaram em 24/3.

De acordo com o PNCT, a tuberculose é a terceira maior responsável pelos óbitos por doenças infecciosas e a primeira entre pacientes com aids no país, devido ao enfraquecimento do sistema imunológico. Chefe do Centro de Referência Professor Hélio Fraga, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), no Rio de Janeiro, a pneumologista Margareth Dalcolmo diz que há uma associação entre a doença e as condições de vida dos pacientes.  “Trata-se  de uma  doença
marcada pela exclusão e pelas desigualdades sociais, pelas condições de moradia, e com pouco acesso a diagnóstico e tratamento. Além disso, há as condições imunológicas individuais, a exemplo da coinfecção nos casos do vírus da aids”.

Revista RADIS nº 106


"MEGACIDADES, VULNERABILIDADES E MUDANÇAS CLIMÁTICAS" "

"MAPEAMENTO DOS RISCOS NO RJ"



Reunir os principais cenários de risco em relação às mudanças climáticas na região metropolitana do Rio de Janeiro para, em seguida, criar a oportunidade de atualizar e ampliar os estudos sobre esses impactos é o principal objetivo do projeto Megacidades, Vulnerabilidades e Mudanças Climáticas, concebido e coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pelo Núcleo de Estudos de População (Nepo), com o apoio da Embaixada Britânica no Brasil. A Fundação Oswaldo Cruz, por meio da parceria entre a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), Instituto Oswaldo Cruz (IOC) e o Centro de Pesquisas René Rachou (CPQRR), foi responsável pelo capítulo Vulnerabilidade em matéria de saúde pública na Região Metropolitana do Rio de Janeiro na perspectiva das mudanças climáticas, que elegeu a dengue e a leptospirose como aspectos preocupantes na área da saúde.

Pesquisadora do Programa de Mudanças Ambientais Globais e Saúde da ENSP (PMAGS/ENSP), Diana Marinho destacou a possibilidade de integrar diferentes informações para diagnosticar a situação de vulnerabilidade da região metropolitana do RJ. De acordo com ela, trata-se de um documento que realiza um panorama das situações de risco da região com o objetivo de alertar autoridades.

"Esse trabalho traz uma grandeza de informações em diversas áreas. Temos relatórios sobre impactos sobre o meio físico, (ocupação do solo, impactos na orla costeira), impacto na biodiversidade, nos manguezais, lagoas, infraestrutura de drenagem urbana, saneamento ambiental, gestão dos resíduos sólidos, adaptação e os principais riscos relacionados a dengue, leptospirose e os acidentes com risco de morte por evento extremo, por exemplo. Portanto, esperamos que seja um instrumento que possibilite uma atuação efetiva das autoridades."


A versão final do estudo foi apresentada em abril de 2011 no Palácio da Cidade, no Rio de Janeiro. Na ocasião, o coordenador geral do projeto, o professor do Departamento de Geografia da UFRJ, Paulo Gusmão, afirmou que "há várias conclusões que podem ser tiradas deste estudo, mas uma das mais importantes é a questão das políticas públicas quanto à capacidade de resposta aos eventos extremos em algumas cidades". O economista e ambientalista Sergio Besserman, do Instituto Pereira Passos, também é um dos coordenadores do referido projeto.

Dengue e leptospirose: OS PRINCIPAIS RISCOS

As principais preocupações são a leptospirose - devido ao aumento de ocorrência de enchentes - e a dengue, que terá um ambiente propício para a proliferação das larvas do Aedes aegypt com o aumento previsto da temperatura, aliado a períodos de mais chuvas. Segundo os especialistas, se o aquecimento global estender as condições de temperatura e umidade típicos do verão para o período de outono, há a possibilidade de aumento do número de dias e meses por ano mais favoráveis à ocorrência de dengue.

O trabalho também teve a participação de pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Equipe Técnica da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, especialmente do Instituto Pereira Passos, Fundação GeoRio e Comlurb.

"PONTO ELETRÔNICO"

 
O Ministério do Trabalho e Emprego publicou nova portaria que modificou, novamente, as regras de assinalação da jornada diária de trabalho. Além de alterar para 1 de setembro de 2011 a data de início do uso obrigatório do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto (SREP), a Portaria 373/2011 acrescentou a possibilidade de flexibilização, por meio de Acordo Coletivo ou Convenção Coletiva de Trabalho, do uso do sistema.

Infográfico

3 Grupos de Saúde
em nossa unidade.
260,489 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
9,510 Usuários
beneficiados por nossa unidade.

Como eu Faço

Como eu Faço
Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
Protagonismo Juvenil
Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
Integração
Saúde da Família e Vigilância em Saúde.
Integração
Ensino-Serviço-Comunidade
Academia Carioca
Processo de trabalho e os principais resultados obtidos pelos educadores físicos.

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