domingo, 29 de julho de 2012
Um encontro de amor do grupo da Melhor Idade
"Amar é Viver" na Feira de São Cristovão dia 20/07/12.
ASSISTA!
Para estimular a atuação de odontólogos e enfermeiros na atenção básica, o Ministério da Saúde vai ofertar bolsas de especialização para atuação em municípios onde há carência de profissionais. A ação foca os profissionais selecionados pelo Programa de Valorização da Atenção Básica (Provab), que atuarão nos pequenos municípios, em áreas de extrema pobreza e nas periferias das grandes cidades, com bolsa mensal no valor de R$ 2.384,82.
Com duração de um ano, a especialização terá jornada de 40 horas semanais – 32 em serviço nas unidades básicas e oito teóricas, sob supervisão de universidades parceiras do programa. Estas instituições darão suporte presencial e à distância por meio do programa Telessaúde, coordenado pelo Ministério da Saúde.
Os municípios em que os profissionais forem lotados receberão incentivos financeiros para implantação do Telessaúde, que permite ao profissional na unidade discutir o diagnóstico e o tratamento com um orientador da universidade.
O edital do curso será lançado até 20 de abril, de modo que os profissionais possam se matricular até o fim do mês. As aulas e o início do serviço começarão em maio.
A especialização, que incluirá os conteúdos do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) e do Índice de Desempenho do SUS (IDSUS), será certificada pelo UNASUS (Sistema Universidade Aberta do SUS), rede que atende as necessidades de capacitação e educação permanente dos trabalhadores do SUS, por meio de cursos à distância.
Trabalhos no SUS – Os bolsistas não poderão ter vínculo empregatício com demais áreas da atenção básica e também não substituirão as equipes de Saúde da Família já atuantes naquele município.
De acordo com o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde, Mozart Sales, o curso de especialização permitirá a integração do ensino a serviço na comunidade, e terá supervisão e certificação por meio de instituições de ensino superior que fazem parte da UNASUS. “Além de contribuir para a oferta de melhores serviços nas regiões mais carentes, a especialização ajudará a formar profissionais familiarizados com as demandas do Sistema Único de Saúde (SUS)”, avalia.
Os profissionais serão distribuídos nos locais para os quais haviam sido selecionados pelo Provab. Caso a vaga não seja confirmada, a comissão gestora do Provab indicará outra localidade ao profissional.
“O ministério vem adotando todas as medidas necessárias para a efetivação deste curso. Neste curto tempo, não estamos medindo esforços para sanar as dificuldades encontradas por entendermos que este programa é de extrema relevância para a população, para os profissionais e para o fortalecimento da atenção básica”, explica Sales.
Fonte: Valéria Amaral / Agência Saúde
Pesquisador Rafael Freitas no Laboratório de Transmissores de Hematozoários
Com o objetivo de identificar aspectos comportamentais e biológicos do mosquito Aedes aegypti que ajudassem a traçar melhores estratégias de controle da dengue, foram quatro anos divididos entre experimentos em campo e nas bancadas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O trabalho do pesquisador Rafael Freitas, doutor formado no Programa de Pós-Graduação em Biologia Parasitária sob orientação do pesquisador Ricardo Lourenço, acaba de ser reconhecido com o Prêmio Capes de Melhor Tese de 2011 na categoria Ciências Biológicas 3. O curso tem nota 6 na Capes.
A pesquisa, intitulada Avaliação de aspectos da capacidade vetorial de fêmeas de Aedes aegypti (Diptera: culicidae) no Rio de Janeiro, rendeu a publicação de dez artigos científicos. Freitas destaca algumas das principais descobertas. A primeira diz respeito à capacidade de adaptação do A. aegypti às intervenções no ambiente, tais como a remoção seletiva dos criadouros mais produtivos. No momento inicial do estudo, conduzido na localidade de Tubiacanga, na Ilha do Governador (RJ), 70% das pupas foram encontradas em caixas d’água. Nesse ponto, 733 caixas foram vedadas com telas de nylon.
Nas primeiras semanas que se sucederam à remoção das caixas d’água, houve queda progressiva na população de mosquitos adultos. No entanto, seis semanas depois, a população de A. aegypti já tinha voltado para o mesmo patamar inicial. Três meses depois, uma nova pesquisa sobre a produtividade dos tipos de criadouro, revelou que o percentual de pupas em locais pouco visados pelo mosquito, como toneis, tinha ido de 3% para 50%. O mesmo padrão de aumento de pupas foi observado para vasos de planta, potes plásticos e ralos domésticos. A população de Aedes só caiu de forma efetiva mediante a vedação dos toneis, somada à manutenção da vedação das caixas d’água três meses antes.
Para o pesquisador, a descoberta confirma a complexidade do controle do mosquito e a necessidade de convocar a sociedade para trabalhar junto com as autoridades no combate à doença. “Não basta o agente de saúde identificar o criadouro mais produtivo e eliminá-lo, o mosquito tem um grande poder de adaptação e vai realizar postura de ovos em locais que até então não procurava”, explicou, reforçando a importância da Campanha 10 Minutos Contra a Dengue, elaborada pelo IOC e implementada no Estado do Rio de Janeiro por meio de parceria com a Secretaria Municipal de Saúde.
A variedade de criadouros, relacionado a aspectos demográficos e sócio-econômicos, também foi constatada. “Por exemplo, em bairros onde há água encanada, os focos estão em ralos e vasos de planta. O mosquito se adapta facilmente a cada ambiente”, disse. Outra constatação da tese diz respeito à interação do mosquito com o vírus da dengue. Na tese, Freitas identificou, após infectar espécimes de A. aegypti em laboratório, que os vetores são afetados pela infecção com o vírus, vivendo menos e colocando menos ovos.
Fonte: Isadora Marinho / Agência Fiocruz de Notícias
Foto: Guto Brito - Ag. Fiocruz
"MINISTÉRIO DA SAÚDE OFERECE VAGAS PARA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM LINHAS DE CUIDADOS EM ENFERMAGEM"
A Rede de Atenção à Saúde (RAS) tem como objetivo promover a integração sistêmica de ações e serviços de saúde com provisão de atenção contínua, integral, de qualidade, responsável e humanizada, bem como incrementar o desempenho do Sistema, em termos de acesso, equidade, eficácia clínica e sanitária; e eficiência econômica.
Para adotar este novo modelo de Atenção é necessário dispor de profissionais formados e qualificados, pautados no dimensionamento teórico metodológico nas Linhas de Cuidado e na Clínica Ampliada.
O Ministério da Saúde, por meio do Termo de Cooperação n. 029/2011 celebrado com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tem o propósito de qualificar a atenção na rede integrada do SUS. Assim, vem ofertar na modalidade à distância - o Curso de Especialização em Linhas de Cuidado em Enfermagem. O curso é gratuito, financiado com recursos do Ministério da Saúde, e é voltado para enfermeiros da Rede Integrada do SUS.
O Curso de Especialização em Linhas de Cuidado de Enfermagem tem como áreas temáticas, na Capital do Rio de Janeiro: Urgência e Emergência; Atenção Psicossocial e Doenças Crônicas não Transmissíveis.
A inscrição para concorrer à vaga deverá ser feita no período de 20 de julho a 20 de agosto de 2012, pelo endereço eletrônico: http://unasus.ufsc.br/lcenfermagem/
Para adotar este novo modelo de Atenção é necessário dispor de profissionais formados e qualificados, pautados no dimensionamento teórico metodológico nas Linhas de Cuidado e na Clínica Ampliada.
O Ministério da Saúde, por meio do Termo de Cooperação n. 029/2011 celebrado com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tem o propósito de qualificar a atenção na rede integrada do SUS. Assim, vem ofertar na modalidade à distância - o Curso de Especialização em Linhas de Cuidado em Enfermagem. O curso é gratuito, financiado com recursos do Ministério da Saúde, e é voltado para enfermeiros da Rede Integrada do SUS.
O Curso de Especialização em Linhas de Cuidado de Enfermagem tem como áreas temáticas, na Capital do Rio de Janeiro: Urgência e Emergência; Atenção Psicossocial e Doenças Crônicas não Transmissíveis.
A inscrição para concorrer à vaga deverá ser feita no período de 20 de julho a 20 de agosto de 2012, pelo endereço eletrônico: http://unasus.ufsc.br/lcenfermagem/
A atividade física sempre foi defendida para se manter saudável e retardar o aparecimento de doenças. Uma recente pesquisa americana, realizada em 122 países, foi muito além dessa verdade incontestável, trazendo um forte alerta: a inatividade física mata. Ela é mais letal do que o tabagismo.
De acordo com o estudo, o tabaco causou 5,1 milhões de vítimas fatais no mundo em 2008. Já o sedentarismo respondeu por 5,3 milhões de mortes. A inatividade seria responsável por 6% das doenças coronarianas, 7% das diabetes tipo 2 e 10% dos cânceres de mama e de pulmão. Os números levaram os cientistas a considerar o sedentarismo uma pandemia.
O Ministério da Saúde tem buscado investir não somente no tratamento de doenças, mas no cuidado de toda a saúde do brasileiro, da prevenção à cura.
O Programa Academia da Saúde, lançado em 2011, incentiva a prática da atividade física e prevê a implantação de 4 mil polos até 2014. Projeto semelhante a Academia Carioca da Prefeitura do rio de Janeiro.
Há, em construção, 1.568 unidades. Todas terão infraestrutura, com equipamentos e profissionais para a orientação nutricional, de práticas corporais e de atividades físicas. Além disso, esses polos funcionam articulados com as Unidades Básicas de Saúde (UBS).
A iniciativa reforça nosso empenho em assegurar a melhoria da qualidade de vida da população, sobretudo a mais vulnerável, ao mesmo tempo em que evita mortes prematuras e reduz custos com medicamentos e internações. A disponibilidade de espaços públicos para exercícios eleva em até 30% a frequência de atividades físicas.
Pessoas que passaram a se exercitar em projetos semelhantes apresentam melhoras na saúde, a exemplo do que ocorre no Rio de Janeiro.
Em três anos, nas academias cariocas, 83% dos frequentadores diminuíram a dosagem do medicamento, 41% a frequência ao dia e 7% não precisam mais ser medicados. Outros fatores que aumentam o risco cardíaco também sofreram drásticas quedas: 88% dos praticantes diminuíram o peso corporal, 62% o IMC e 84% a circunferência abdominal. Outra frente de atuação é com os planos de saúde. Resolução do Ministério da Saúde autoriza descontos para quem pratica atividade física.
O estudo americano também indicou que 80% dos adolescentes são sedentários. Para promover hábitos saudáveis em crianças e jovens, os ministérios da Saúde e da Educação trabalham em parceria para fortalecer o Programa de Saúde na Escola, que leva médicos e profissionais das Unidades Básicas de Saúde à rede pública de ensino para aconselhamento nutricional e orientação de saúde. Já foram atendidos 12 milhões de estudantes em 56 mil escolas de 2.495 municípios.
Anualmente, o ministério monitora a saúde do brasileiro. A pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011) revela que 48,5% da população está acima do peso. O percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.
No entanto, o estudo também traz a boa notícia da redução da inatividade entre os homens, de 16% para 14,1%, uma redução de 0,7% ao ano.
Para sair da estatística de sedentarismo, não é necessário praticar esporte. Exemplos da vida cotidiana, como estacionar o carro um pouco distante do local a que se destina e finalizar o trajeto a pé, subir pequenos lances de escada ou mesmo brincar com os filhos ou passear com o cachorro ajudam a combater a inatividade. As Academias da Saúde são mais um incentivo para que todos abracem essa idéia.
Alexandre Padilha é ministro da Saúde e presidente do Conselho Nacional de Saúde.
Artigo publicado na seção Tendência e Debates da Folha de São Paulo de 29.07.12.
Foto: Luís Oliveira – Ascom/MS.

A amamentação tem sido incentivada por ser o leite materno não só o alimento mais completo e digestivo para crianças de até um ano de idade, como também por ter ação imunizante, protegendo-as de diversas doenças. Crianças aleitadas ao peito têm melhor desenvolvimento mental e maior equilíbrio emocional. A amamentação é gratificante para a mãe e interfere beneficamente na saúde da mulher, por exemplo, diminuindo a probabilidade de câncer de mama, ajudando na involução do útero e na depressão pós-parto. Hoje, diz-se que o leite materno é ecologicamente correto, pois não consome recursos naturais em sua produção e não gera lixo, como ocorre com os leites artificiais, além de ser mais barato. Porém, poucos sabem que a amamentação tem reflexos futuros na fala, respiração e dentição da criança. Um exercício muito importante: Quando a criança é amamentada, está não só sendo alimentada, como também fazendo um exercício físico dieta importante para desenvolver sua ossatura e musculatura bucal. Ao nascer, o bebê tem o maxilar inferior muito pequeno, que irá alcançar equilíbrio no tamanho em relação ao maxilar superior tendo seu crescimento estimulado pela sucção do peito. Toda a musculatura bucal é desenvolvida, músculos externos e internos, que, solicitados, desenvolvem os ossos. Mamar no peito não é fácil, daí o bebê ficar bastante transpirado. Esse exercício é o responsável inicial no crescimento harmonioso da face e dentição. Usando mamadeira, esse exercício é quase inexistente, e a preferência do nenê pela mamadeira vem da facilidade com a qual ele ganha o leite, principalmente quando este flui por um furo generoso no bico. Para exercitar-se com maior eficiência, a posição durante a mamada é importante: a criança deverá ficar o mais verticalizada, o que também facilita a deglutição do leite. Uma atitude na tentativa de evitar apinhamento dental (dentes "encavalados') Maxilares melhor desenvolvidos propiciarão um melhor alinhamento da dentição, diminuindo a necessidade futura do uso de aparelhos ortodônticos. Músculos firmes ajudarão na fala. Durante a amamentação, aprende-se respirar corretamente pelo nariz, evitando amigdalites, pneumonias, entre outras doenças. Quando a criança respira pela boca, os dentes ressecados ficam mais expostos à cárie e as gengivas ficam inflamadas, os maxilares tendem a sofrer deformações e os dentes, a ficar "encavalados", aumentando também o processo de cárie. A amamentação prepara o bebê para a mastigação A mamadeira costuma tomar-se uma companheira para a criança ao longo de anos, habituando-a a uma dieta mole e adocicada, que aumenta o risco de cáries (cárie de mamadeira); a criança tende a recusar alimentos que requeiram mastigação. Depois da amamentação, a mastigação correta continuará a tarefa de exercitar ossos e músculos. A amamentação prepara a criança para a mastigação. Muitas mães reclamam que seus filhos, já crescidos, não mastigam corretamente e recusam verduras e frutas, apreciando apenas doces e iogurtes. Esquecem-se essas mães de que o que os habituou a essa foi o uso prolongado da mamadeira. Mastigação incorreta pode levar também a problemas de obesidade e de estômago. Evitando hábitos prejudiciais Atrelada à mamadeira, vem a chupeta, que também é usada normalmente por muito tempo, e o hábito de chupar o dedo, afetando o posicionamento dos dentes e trazendo também conseqüências danosas à fala e à respiração. Abandonando a mamadeira A partir dos quatro meses, quando a mãe lentamente começar a introduzir outros alimentos (desmame), deverá fazê-lo usando apenas copos e colheres, evitando o uso de mamadeira ou "chuquinha". Prevenindo a cárie A primeira consulta odontológica de uma criança deveria ser antes do nascimento de seu primeiro dentinho; nesse primeiro encontro, o odontopediatra orientaria a respeito da higienização, dieta e com proceder quando os dentes começarem a irromper e a incomodar o bebê. Entre outras coisas, aconselharia os pais a acostumarem-se a levar seus bebês ao dentista, assim como os levam ao pediatra, no sentido de se poder acompanhar de perto o desenvolvimento destes na tentativa da erradicação da doença cárie. A gestante pode receber tratamento odontológico? Sem dúvida. Em qualquer idade gestacional, ela poderá ser atendida, embora o segundo trimestre seja o momento mais oportuno, porque, nessa fase ela se encontra num período de maior estabilidade. Existem riscos quanto à anestesia local? Não existe desde que o dentista conheça o efeito dos anestésicos e as alterações que ocorrem durante a gravidez. As gestantes podem apresentar uma elevação da pressão arterial e isso deve ser levado em conta. 0 dentista, juntamente com o ginecologista, deverá escolher o anestésico apropriado. A gestante pode ser radiografada pelo dentista? Pode. No primeiro trimestre (período da embriogênese), as radiografias devem ser evitadas. No caso de tomadas radiográficas serem imprescindíveis, o avental de chumbo deverá ser utilizado em qualquer fase gestacional. Dizem que, na gravidez, os dentes "estragam" com mais facilidade. Isso é verdade? Não. A gravidez não é responsável pelo aparecimento de cárie e nem pela perda de minerais dos dentes da mãe para formar as estruturas calcificadas do bebê. 0 aumento da atividade cariogênica está relacionado com alterações da dieta e presença de placa bacteriana pela limpeza inadequada dos dentes. E quanto à gengiva? Ela se inflama com mais facilidade? A gravidez também não causa inflamação na gengiva. Apesar de haver uma maior vascularização do periodonto, a gravidez só afeta áreas inflamadas e, não, a gengiva sadia. Mais uma vez: é a presença da placa bacteriana que causa a gengivite. Existem cuidados especiais para a higiene bucal? Os cuidados são os mesmos de uma mulher não grávida: limpeza diária dos dentes com uso adequado da escova e fio/fita dental. A qualidade dessa limpeza é mais importante do que a freqüência. Se houver algum ponto da gengiva com sangramento, essa região deverá ser limpa melhor. Se após 3 dias a gengiva continuar sangrando, a gestante deve procurar a ajuda de um dentista. Quando os dentes do bebê começam a se formar? Os "dentes de leite" começam a se formar a partir da 6ª semana e os dentes permanentes, a partir do 5º mês de vida intra-uterina. Dessa forma, condições desfavoráveis durante a gestação (ex.: uso de medicamentos, infecções, carências nutricionais etc.) podem trazer problemas nos dentes em fase de formação e mineralização. Existe algum fortificante para ser tomado a fim assegurar uma boa dentição para o futuro bebê? Os "fortificantes" estão numa alimentação balanceada, constituída por diferentes grupos de alimentos (carnes, frutas' legumes e verduras, cereais, leite e derivados). As avitaminoses podem comprometer o desenvolvimento normal dos dentes. Se houver necessidade de vitaminas, o ginecologista determinará a prescrição necessária. E o flúor? A gestante deve tomar visando à dentição do bebê? 0 fato de a gestante tomar flúor durante a gestação não significa que o bebê terá menos cárie. Ele é mais importante depois da erupção dos dentes, que se inicia mais ou menos aos 6 meses de idade. A amamentação é Importante para os dentes do bebê? A amamentação natural durante o primeiro ano de vida é fundamental para a prevenção de muitas das más oclusões. Além da importância afetiva e nutricional, o exercício muscular durante a sucção no seio favorece a respiração nasal e previne grande e parte dos problemas de posicionamento incorreto dos dentes e das estruturas faciais. E então, o que deve a gestante fazer para que bebê tenha bons dentes? Antes de tudo, ela própria precisa ter saúde. 0 nível de saúde bucal da mãe tem relação com a saúde bucal da criança. Os pais, particularmente a mãe determinam muito o comportamento que os filhos adotarão. Hábitos saudáveis são fundamentais como, por exemplo, hábitos de limpeza bucal e de alimentação equilibrada. Uma boa alimentação significa também evitar a freqüência de produtos açucarados. 0 açúcar natural dos alimentos é suficiente para a saúde da gestante e o desenvolvimento do bebê. Após o nascimento, quando devo levar a criança pela primeira vez ao dentista? A primeira visita ao odontopediatra deve acontecer por volta da erupção dos primeiros dentinhos de leite, ocasião em que os pais receberão orientações a respeito das causas e da transmissão da cárie, da alimentação, da limpeza dos dentes do bebê e do uso adequado do flúor. A educação em saúde assegura a chance de a criança crescer sem problemas bucais. Fonte: Revista da APCD |

